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Joterismo: feminismos jotos y analquismo es un espacio para reunir el pensamiento latinoamericano joto, marica, maricón, puto, puñal, mayate, muerde-almohadas, lilo, 41, choto, shoto, sodomita, afeminado, trolo, picañoña, 108, viado, playo, cayuco, bardaje, mamplor, mampo, cuxpé, loca...

Este espacio está abierto para articular pensamientos desde lo joto (en México joto es un insulto para referirse a los homosexuales), los feminismos radicales y el analquismo (anal + anarquismo).

Somos una red que se expresa fuera de las instituciones. Somos disidentes de las políticas LGBT y el mercado rosa. Hablamos desde nuestros contextos, con intención de generar redes entre jotas sudakas y alianzas con otras luchas antisistémicas.

Este proyecto quisiera aportar al hacer político de otres maricones, en diferentes lugares, con diversas inquietudes, desde situaciones particulares, pero que se encuentran en batalla contra un sistema heteropatriarcal capitalista de muerte, que avanza disciplinando nuestros cuerpos, destruyendo ecosistemas, sumando especies en extinción, robando los bienes naturales de las comunidades indígenas y campesinas, precarizando la vida de las personas, explotando la mano de obra barata de nuestros países, sometiendo a las mujeres, militarizando nuestros territorios. Al mismo tiempo que la derecha mundial toma fuerza y los discursos de odio se traducen en violencia y ataques cotidianos.

 

Pensamos que la situación actual amerita sumar esfuerzos y seguir ocupando espacios como este para compartir y organizarse.

La nahualA y Emma Álvarez Brunel. Habitantes de México. Pertenecen al colectivo Manada de Jotas en Ciudad de México.

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Joterismo: feminismos jotos y analquismo (Viadagem: feminismos viados e analquismo) é um espaço para reunir o pensamento latino-americano joto, viado, bicha, marica, maricón, puto, puñal, mayate, morde-travesseiros, lilo, 41, choto, shoto, sodomita, afeminado, trolo, picañoña, 108, playo, cayuco, bardaje, mamplor, mampo, cuxpé, louca…

Este espaço está aberto para articular pensamentos desde o joto (no México joto é um insulto para se referir as homossexuais), os feminismos radicais e o analquismo (anal + anarquismo).

Somos uma rede que se expressa fora das instituições. Somos dissidentes das políticas LGBT e o mercado rosa. Falamos desde nossos contextos, com o propósito de gerar redes entre jotas (viados, bichas) sudakas[1] e alianças com outras lutas anti-sistêmicas.

Este projeto pretende contribuir ao fazer político de outras bichas, em diferentes lugares, com diversas preocupações, desde situações particulares, mas que se encontram na batalha contra um sistema hetero-patriarcal capitalista do norte, que avança disciplinando nossos corpos, destruindo ecossistemas, aumentando o número de espécies em perigo de extinção, roubando os bens naturais das comunidades indígenas e camponesas, precarizando a vida das pessoas, explorando a mão-de-obra barata de nossos países, submetendo as mulheres, militarizando nossos territórios. Ao mesmo tempo em que a direita mundial toma força e os discursos de ódio se traduzem em violência e ataques cotidianos.

 

Pensamos que na situação atual, torna-se necessário somar esforços e seguir ocupando espaços como este para compartilhar e se organizar.

La nahualA e Emma Álvarez Brunel. Habitantes do México. Pertencem a coletiva Manada de Jotas na Cidade do México.​

 

[1]Expressao normalmente usada para falar de pessoas de Latinoamerica. Sudaka vem da palabra Sudamérica, mais em Europa engloba Mexico e Centroamerica.

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Faggotry: sissy feminism and analchy weaves together the Latin-American thoughts of people who are joto, marica, maricón, puto, puñal, mayate, muerde-almohadas, lilo, 41, choto, shoto, sodomita, afeminado, trolo, picañoña, 108, viado, playo, cayuco, bardaje, mamplor, mampo, cuxpé, loca...

 

This space is open to articulate thoughts from the joto perspective (in Mexico, joto is a derogative term to describe homosexual men), radical feminism, and analchy (anal + anarchism).

We are a network who expresses outside the institutions, dissident of LGBT politics and the pink market. We speak from our context, hoping to reach other sudaka (reappropriated slur which describes Latin-Americans, particularly South Americans) jotas and other antisystemic movements.

We also aim to uphold the political work of faggots from other latitudes, particularities, and interests who are also in a struggle against the heteropatriarchal system of death that thrives from the disciplining of our bodies, ruining ecosystems, extinguishing species, exploiting the cheap labor of our peoples, crushing womyn down, and militarizing our territories. The right wing is gaining strength across the globe and hate rhetoric is translating into daily violence and attacks, therefore, we think it is vital to combine efforts and build spaces like this to build community and organize.

La nahualA and Emma Álvarez Brunel.

Manada de jotas collective. Mexico City, Mexico.

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